Urologia

Reversão de Vasectomia

Reversão de Vasectomia e Vasectomia

A vasectomia é a cirurgia que deixa o homem estéril (esterilização masculina). Em outras palavras, é a versão masculina da laqueadura.

A vasectomia é o método contraceptivo a longo prazo mais eficiente que existe e está entre as opções mais seguras para o planejamento familiar. É uma pequena cirurgia feita com anestesia local em cima do escroto e não precisa de internação.

Na cirurgia é isolado o ducto deferente das demais estruturas do funículo espermático, seccionado o mesmo e realizado uma ligadura com os cotos evertidos afim de diminuir a chance de recanalização espontânea.

A vasectomia sem bisturi foi introduzida na China nos anos 70 e nos anos 80 nos Estados Unidos. Consiste de realizar apenas uma punção com uma pinça especial pontiaguda na pele escrotal anestesiada previamente e dissecar o duto deferente. O canal deferente é separado dos vasos sanguíneos e então pode ser cortado e clipado com clip especial de titânio. Não há necessidade de pontos cirúrgicos. Não é necessário realizar pontos na pele.

Entretanto, seja por separação seguida de outra união, seja por necessidade ou vontade de ter mais filhos na mesma relação, cerca de 6% dos homens procuram um médico Especialista em Reprodução Humana para resolver seu problema.

Casais cuja impossibilidade de engravidar é decorrente da vasectomia têm 2 opções de tratamento: reversão de vasectomia ou fertilização in vitro com obtenção cirúrgica dos espermatozoides diretamente do epidídimo.

A técnica, empregada atualmente, exige conhecimento e treinamento em microcirurgia por parte do médico cirurgião, utilizando fios cirúrgicos muito finos, de difícil visibilização a olho nu.

Mais importante do que o tempo de vasectomia nas chances de obtenção da gravidez, é a idade e o potencial fértil da companheira. Em mulheres de até 30 anos de idade, a reversão produz cerca de 64% de gravidez; de 30 a 35 anos, 49%; a partir de 36 anos, a taxa é de 30 a 40%. Assim, é de fundamental importância a avaliação da reserva ovariana (com hormônios e ultrassonografia transvaginal) e do potencial e funcionamento tubário (através da histerossalpingografia) antes da decisão de reversão de vasectomia.

Casais com dificuldades semelhantes podem ter tratamentos diferentes. Assim sendo, apenas uma avaliação pormenorizada do casal, peculiar a cada um, permite a decisão mais acertada acerca do procedimento que dará a maior chance de gravidez. Apenas o médico Especialista em Reprodução Humana, após análise de cada caso, em particular, poderá oferecer a melhor proposta terapêutica.

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